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O começo da saga de um herói - John Aran




Em uma terra onde se pode ver, dragões riscando os céus, combates mágicos na porta de sua casa, várias engenhocas vaporizadas pelas ruas das cidades, e esta terra se torna cenário de várias aventuras, onde heróis nascem e triunfam e outros decaem.
Num pequeno reino chamado Baviera, é onde nossa história começa, nosso herói John Aran Robert, nunca imaginária nos dias que lhe aguardam, onde ele vai conhecer que nem todos os heróis são abençoados com poderes mágicos, ou grandes Dons, mas então vocês se perguntam o que há de especial nesse herói?, bom eu gostaria de lhes contar, mas será melhor verem com seus próprios olhos.

- John volte aqui, já esta na hora do almoço...
- Não se preocupe, estarei aqui antes do anoitecer.
- Carlos, vamos ver quem chega primeiro no rio.

Os dois garotos saem correndo em uma disputa de velocidade, como sempre faziam, pequeno riacho como sempre faziam - Tiblaff!!...TiBluff!!

- John que tal irmos pegar umas frutas ali.- A segunda árvore é minha.

Enquanto nosso pequeno herói descansa, eu irei retratar um relato que aconteceu, foi uma grande guerra entre Orcs, Humanos e Elfos e outros seres, aonde a aliança humana e elfíca conseguiu derrotar os Orcs e expulsá-los para outro continente, mas não se desesperem eu não contei isto só por contar como vocês vão ver.

- John acorda!, veja só isto...vamos depressa.

Ali estava, o barulho intenso de labaredas, o vermelho no horizonte, onde havia a pequena vila onde nascera. Chegando vira vários corpos e casas destruídas, então se separaram e correram para suas casas. O pai de John estava morto e sua casa em ruínas, sua mãe e sua irmã mais nova estavam bem, e pensar que esta tragédia aconteceu por um mero capricho, um ex-combatente da guerra contra os Orcs, havia aprisionado alguns para se lembrar, então eles cansados de maus tratos resolvem fugir e atacar aquele pequeno povoado. Um longo tempo se passa, a mãe de John fica muito doente e já estava quase falecendo quando um primo distante dela aparece, um bom homem e dizia que era um missionário, foi a ele a quem a mulher deu a guarda das crianças, mas nosso John recusara ir, vendo sua mãe tão fraca, como poderia ela continuar sua vida sem sua ajuda?.

Dois grandes amigos se encontraram em um lugar já conhecido por nós, que John prefere chamar de ‘’O dia em que falhei’’, o mesmo lugar onde adormecera e não pode estar lá para ajuda-lo.

- Bom John ainda consegue ver, aquela luz vermelha no já anoitecer?
- Eu entendo o que quer dizer.
- John, chamei-o aqui para lhe fazer uma proposta. Sei que assim como eu, não consegue esquecer. Esquecer o que houve naquele dia, então estou lhe dando a chance da revanche, eu irei liderar uma tropa até a colina e acabar com os malditos, sei que prece loucura mas tenho informações que de os Orcs não iriam durar muito, apenas um iria sobreviver.
- Quem lhe disse isso Carlos?
- Um dos empregados encarregados de alimentar os malditos Orcs, me contou que sempre um deles tentava devorar os outros, quando não se alimentava de carne fresca, e você sabe que já faz muito tempo que não vimos um animal grande o bastante para alimentar três Orcs.
- Carlos isso parece absurdo, e se esta história não for verdadeira.
- Não importa se são um ou dez, eu irei acabar com todos, pode parecer impossível para você, que
entrou pro exercito à pouco tempo, mas eu lhe digo uma coisa John, você tem grandes habilidades, maneja tão bem uma espada quando duas, com certeza irá se tornar um dos melhores deste lugar, e além do mais, se tivesse acontecido hoje você iria a luta mesmo sabendo do que são capazes.
- Conseguiu me convencer, já faz tempo que quero ir embora deste lugar, depois que minha mãe faleceu não há mais o porque de permanecer aqui, mas algo me impedia e agora eu sei o quê é...
- Então partiremos no próximo Domingo.

A semana lhe pareceu muito longa, mas podem ter certeza se ele soubesse o que aconteceria nunca desejaria que ela tivesse passado tão rápida. E pra lá partiram, um grupo de sete integrantes, liderados por um, porém novo, general Carlos, ele havia entrado pra cavalaria muito novo foi logo quando seu pai morrera em batalha contra os ataques dos Orcs. Já perto do cume eles poderiam sentir o cheiro de carne podre, ver restos de animais, mais alto já não enxergavam muito, pois havia pouca neblina, foi quando avistaram um lugar uma, caverna, dividiram-se e entraram. O lugar muito úmido e escura fizera com que tornasse ainda mais perigoso, chegando no fim da caverna notaram que parecia ter havido uma grande batalha, e mais adiante dois corpos Orcs e outros de animais de caça, quando pensaram que mais nada havia de encontrar no local, Carlos dera o grito de felicidade, pois encontrou um ainda vivo, já não estava em boas condições, parecia que estava apodrecendo de dento para fora.

- Vou te mandar pro lugar que nunca deveria ter saído.

A lança que Carlos sempre usava o travessou esguichando o sangue podre pelos ares, mais então o Orc que já parecia morto consegui-o atingir com suas garras, então levantou-se e começou a atacar os outros, com uma velocidade e força que jamais viram, muitos correram para fora da caverna os outros só se ouviram os gritos. Como John estava com Gilson revistando os rochedos fora da caverna, só ouviu os gritos saindo de dentro da caverna, correram para lá e viram os últimos cair, correram em direção aos rochedos quando foram surpreendidos pela velocidade do Orc, e receberam um golpe que fora capaz de arremessar John as pedras do penhasco, na queda John recebeu um corte que ia da mão as vértebras, o Orc salto sobre John que ainda estava caído, John podia ver os dentes daquela ser maldito a rasgar sua pele quando então viu um olho cheio de sangue abrir no peito do Orc, mais rápido do que nunca ele enfiou sua espada no peito do Orc que gritou agonizantemente, enfiando a espada cada vez mais profundo, e o grito se tornava cada vez mais torturante, era como se aquele olho estivesse correndo lágrimas, John nem percebera que depois de algum tempo o sangue havia mudado para carne podre líquida e começara a entrar em sua ferida, com um segundo golpe lhe arrancara a cabeça.

Dia a pós dia a ferida crescia e apodrecia, e o torturava com uma dor terrível, com o tempo John descobria o porque do rosto meio que feliz do Orc nos rochedos. Nosso herói agora se tornara um viajante e mesmo sofrendo várias mordidas do ser maligno que agora habita seu corpo, ele procura usar seus poderes para ajudar a quem precisa isto ajuda-o a suportar o sofrimento, de às vezes ter que alimeta-lo, e lhe dá força para ainda pensar que poderá achar uma cura.



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